Enquanto isso, Danto não teve muito problema para chegar na praça onde estavam reunidos os mercenários e as pessoas que pediam trabalho. Aquela vila era tão movimentada que mesmo naquele horário, tarde da noite, ainda havia relativamente bastante movimento.
Ao procurar por trabalho, Danto encontrara uma mulher avulsa oferecendo trabalho. Era estranho encontrar alguém pedindo trabalho assim sozinho na praça, normalmente os mercenários costumavam pegar trabalho de placas com os pedidos. Danto então aproximou-se da mulher e a perguntou qual era o trabalho.
Danto: Senhora, gostaria de saber que trabalho está oferecendo.
Mulher: Ah garoto, o que está fazendo aqui? Não é muito tarde para alguém como você ficar brincando por ai?
Danto: Não estou brincando, estou falando sério, estou procurando por trabalho.
Mulher: Não me faça rir! Alguém da sua idade?! Vai embora, vai!
Danto: Se eu fosse uma criança, porque eu carregaria uma arma como essa?(mostrando a espada)
Mulher: E quem disse que você sabe usar?
Um homem aproxima-se logo e vem pedir o trabalho. E empurra Danto para o lado.
Mercenário: Qual é o trabalho, moça?
Danto: Ei! Tenha um pouco mais de educação! Eu cheguei aqui primeiro!
Mercenário: O quê que é moleque?! Tá querendo morrer?!
Danto: Não, só tô querendo pegar esse trabalho!
O mercenário então se enfurece e saca o seu grande martelo de pedra.
Mercenário: Moleque, tá querendo brigar, é?!
Danto: Se for pelo trabalho! (Encarando profundamente o homem)
Danto saca Lezvie e entra na sua típica posição de batalha. O homem então lança um violento ataque vertical descendente. Danto, porém, desvia do golpe facilmente e sobe em cima do grande martelo com a kataná em seu ombro. Em seguida Danto posiciona Lezvie de tal modo que parecia que iria cortar a haste do martelo.
Danto: E ai, desiste? Me deixa ficar com o trabalho e eu te deixo ficar com a sua arma inteira.
Mercenário: Você é idiota?! Acha mesmo que uma...uma arma que eu nunca vi na vida iria poder cortar a haste do meu martelo?!
Danto: Quer que eu te mostre?
Danto então carrega o golpe e, em apenas um giro em volta de seu próprio eixo com a kataná, Danto corta a haste em duas acabando com a arma do inimigo. Depois disso, o jovem desce de cima do martelo e volta-se à mulher.
Danto: Eu te falei, agora dá pra dar licença?
Mercenário: Maldito! (sai de fininho) Esse moleque me dá medo...
A mulher ficou de boca aberta.
Danto: Isso foi prova suficiente para você, moça?
Mulher: F-foi...pode pegar o trabalho..
A mulher rapidamente explicou o trabalho e Danto aceitou-o. Danto então voltou-se para a taverna que Raid havia combinado se encontrar com ele. Danto não demora muito. Quando chega na porta da taverna, avista Ultor de pé.
O homem o cumprimenta e o leva até o quarto onde Raid estava. Chegando lá, Danto cumprimenta Raid.
Raid: Nossa garoto, você é bem rápido! Que trabalho você pegou?
Danto: Eu escolhi esse aqui que pede pra trazer para a cliente umas ervas específicas.
Ultor: E quanto seria a recompensa?
Danto: São...3500sogs...
Raid & Ultor: NOSSA!
Raid: Isso é muito só pra pegar ervas!!
Ultor: Deve ter algum desafio ai no meio que a moça não te falou...
Raid: Que seja, por pior que o desafio possa ser, não vai levar mais de um dia. Bem, eu acho que tá na hora da gente dormir, né?
Danto: Sim, boa noite!
Ultor: Igualmente!
Os três apagam as velas e logo caem em sonhos profundos. Os sonhos que poderiam se tornar realidade assim como poderiam ficar apenas no plano dos sonhos.


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