Vate: Vejo que você está aguentando bem a canção de Nero. Quase todas as guerreiras as quais eu já lutei já teriam desmaiado no seu lugar.
Danto: Ah é? Falando nisso, me diz uma coisa: Se você é tão bom mercenário assim, por que está ajudando essa tal de Stratet?
Vate: Se quer tanto saber, vou te contar. A atual rainha do nosso reino, senhorita Zonjoki Boarusei deu ordens às cavaleiras reais que encontrassem e trouxessem Raid Senka de volta para o reino. Provavelmente a nossa rainha quer joga-lo nas masmorras. Stratet se ofereceu para o serviço, porém, Stratet é uma mulher muito inteligente e pensou que Raid não estaria sozinho, por isso levou com ela Seier e, em seguida foi procurar por boas mercenárias na cidade de Boarusei. Após me encontrar me ofereceu um preço bom e só para cuidar de você enquanto ela lutava com Raid.
Danto: Então foi dinheiro que te moveu...
Vate: Sim, o dinheiro move muitas coisas, mas a sua arma também me interessou muitíssimo.
Agora, a música de Vate finalmente finaliza-se e, logo após, o bardo começa a tocar uma terceira música, esta tinha um som bem agitado e notas rápidas. Danto se impressionara e ficara em dúvida. Com uma ideia em mente, o cavaleiro de dragão tenta um novo ataque. Uma carga na direção do oponente.
Vate, porém, usa a sua velha estratégia de lançar a sua onda sônica. Danto, novamente desviando rapidamente, salta incrivelmente alto sobre o seu oponente. Mesmo com tamanha habilidade, Danto continua sendo afetado pelo ataque e é lançado inda mais a cima de seu oponente pela onda sônica.
Danto, uma vez no ar a cerca de 15 metros acima de Vate, prepara um ataque de execução aproveitando a altura e o posicionamento perfeitos para este golpe. Por mais que o semi-samurai descesse violentamente rápido, Vate, ainda mais rapidamente, afasta-se da zona de impacto do garoto.
Quando Danto terminara a sua queda e seu inútil ataque contra o chão, percebe que seu oponente já estava a uma longa distância novamente. Vate se locomovera em um piscar de olhos e não parecia ter feito o menor esforço.
O cavaleiro de dragão, caído no chão, sentira seu corpo chegar quase no limite do cansaço. Porém, ainda não desistira e levantara-se mais uma vez com a ajuda da brilhante lamina Lezvie fincada no chão, dando-o apoio.
Danto: Deixa...eu adivinhar...(ofegante)...Essa...é alguma canção...que...aumenta a...a sua velocidade...?
Vate: Você é bem esperto! Sim, esta é a Canção do Corvo! Esta é a canção criada para louvar o nosso poderoso deus das sombras, da busca e das corridas, Kurasu!
Danto: Ok... Bom... parece..que não tenho... muito mais energia...
Vate: E então? Vai desistir agora?
Danto então, novamente começa a avançar na direção do oponente, mas, como de costume, Vate toca mais uma de suas notas encantadas.Porém, pouco antes de Vate tocar a mesma, Danto desvia a sua rota e posiciona-se a direita do oponente. A onda sônica acerta o semi-samurai e, joga-o para longe.
Sendo empurrado, Danto parecia derrotado. Mas, de repente, o corajoso garoto gira no ar e consegue tocar o chão com os seus pés. Danto então começou a correr, usando o grande impulso do ataque para ganhar grande velocidade. Ao chegar próximo do final da clareira, Danto esquiva-se da árvore na qual iria se chocar e adentra na mata.
Vate: Espera! Ele vai se esconder na mata e recuperar as forças! Não posso deixar isso!!
Vate então, sem parar de tocar a sua melodia, avança incrivelmente rápido buscando o seu oponente e, ao adentrar na mata, encontra Danto defronte a uma árvore. O bardo então toca mais uma de suas ondas sônicas com o intuito de jogar Danto contra a mesma árvore, finalizando o garoto.
Porém, Danto em um rápido movimento, recua e se protege atrás da mesma árvore. Um estrondo violento chega aos ouvidos de Vate. O bardo então chega a conclusão de que Danto havia sido finalmente derrotado.
A sombra do pequeno herói, porém, reaparece diante dos olhos do bardo que, impossibilitado, não consegue usar a sua velocidade para fugir em um lugar com tão pouco espaço. Este truque foi algo muito semelhante ao que Raid usava em Stratet quase no mesmo momento.
Danto finalmente ultrapassando o homem, dramaticamente, com sua kataná, corta lateralmente uma por uma as cordas da bela harpa de Vate. Após todas elas serem cortadas, o brilho da harpa desaparece como uma chama que se esvai lentamente na escuridão.
O jovem cansado e fraco, sem parar, ultrapassa o oponente cortando-o as costelas. O vermelho do sangue do bardo decai ao chão e mistura-se com a lamina de Danto. Lezvie, mesmo suja de sangue, ainda brilhava reluzente como um belo cristal refletindo toda a beleza da luz do sol.
Vate, logo que é acertado por aquele ataque que mais parecia um raio cortante de luz, cai inteiramente ao chão. A última coisa que o belo homem de longos cabelos loiros conseguira ver antes de seu desmaio é a bela luz da manhã sobre as árvores.

Danto vencera de forma formidável. Mas, será que Vate morreria? Será que haveria mais alguém que poderia ser problema para o garoto? Danto não tinha forças nem mesmo para comemorar a sua sofrida vitória. Quem dirá enfrentar mais algum inimigo? Porém, a beleza da floresta e as folhas reluzente que decaiam sobre o garoto o fazia esquecer das preocupações.
Ficou bom.
ResponderExcluirFireboy
obrigado...
Excluir