Um reencontro pode ser o nascimento de uma nova jornada.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Escarlate-(42)- A armadura reluzente da cavaleira misteriosa.

 Após algum tempo, Danto consegue recuperar as suas forças e se levantar do chão. Indo em direção de Vate, o belo e habilidoso bardo de cabelos louros, Danto começa a repensar em como conseguira a façanha de derrotar aquele poderoso bardo.
 O semi-samurai, então coloca seu ex-oponente nas costas e leva-o para perto da cabana. Com algumas ataduras bem escondidas na mesma cabana, Danto faz um curativo simples em Vate. Era meio estranho para ele, pois, por mais que Raid ensinara-o a raramente se preocupar em deixar um inimigo vivo, as emoções do garoto foram mais fortes do que as lições do guerreiro.
 Após finalizar as ataduras enroladas delicadamente nas costelas do homem, Danto levanta-se e, após deixar Vate deitado sobre os panos da cama que usara para dormir na noite anterior, Danto punha-se a tentar acordar os seus companheiros dragões.
      

 Por mais que tentasse, os irmãos lagartos dormiam como pedras. Faltava a Danto, não só forças como ideias para acordar os seus companheiros. Por pior que parecesse o sono, as criaturas estavam apenas dormindo, continuavam a respirar. O garoto então conclui que se seus familiares reptilianos não acordassem, quando Raid ou Eliza voltassem, conheceriam algum modo de resolve-lo.
 Finalmente relaxando, o garoto põe-se a sentar, com as costas apoiadas na barriga da adormecida Safira. Porém, Danto não fazia ideia do que estava lhe esperando. Um de seus mais esperados momentos de descanso é então interrompido por uma voz feminina brava e forte.
 Voz: Garoto! Onde está o bardo?!
 Danto se levanta e, devido aos seus sentidos bem apurados, consegue identificar rapidamente de onde a voz "misteriosa" vinha. Ao se levantar, e olhar para a direção de onde a voz vinha, identifica rapidamente a mulher que vinha da mata.
 Seier, a cavaleira que estava acompanhando Stratet e fora a primeira a perseguir Eliza. Com a armadura de ferro reluzente que cobria quase o corpo inteiro da mulher de cabelos negros, presos por um rabo de cavalo.
 Seier: Garoto! Me responda!!
 Danto estava distante de Lezvie, e, seus dragões ainda estavam adormecidos, ou seja, o jovem não podia usar nem uma das suas maiores forças para se defender.
 Danto: E-Ele está na cabana...
 Seier: O que ele está fazendo lá?!
 Danto: Eu...Eu venci ele, cuidei dos ferimentos dele, e, deixei-o descansar...
 Seier: Espere. Eu conheço muito bem o estilo de luta dele, já o derrotei. Como foi que você conseguiu tal façanha?
 Danto: Você conhece? Bom, depois de tentar enfrentar a onda sônica por cima dele, percebi que ele só a usou uma vez e, na segunda vez, se afastou, portanto, conclui que ele não podia usar esse ataque duas vezes seguidas. Então, levei ele para dentro da mata com o palpite de que, como as ondas sonoras são como ondas de um lago, quando se chocassem com um objeto de resistência suficiente para não ser jogado para trás, essa onda desapareceria. Me defendendo de um desses ataques, me protegendo atrás de uma arvore, tive a oportunidade de ataca-lo e cortar as cordas daquela harpa.
 Seier: Hm... Você até que é inteligente, garoto. Vamos, pegue a sua arma. A sua próxima oponente serei eu!
 Danto: O que?! Mas como assim?! Eu acabei de-
 Seier: Cavaleiros lutam em série e incansavelmente contra seus inimigos. Vou te dar a honra de lutar como um cavaleiro.
 Danto: Certo!(Recolhendo Lezvie e distanciando de sua nova inimiga o suficiente)
 Seier: Como uma honrada cavaleira, devo te dar o meu nome para podermos lutar decentemente.Prazer em conhece-lo. Meu nome é Seier e sirvo ao reino de Rarsenal.(Empunhando seu grande escudo e sua espada de ferro de tamanho médio)
 Danto: Quê??? Ah tá, eu sou Danto. Prazer...(Entrando na sua posição de batalha)
 Seier: Pois bem, jovem Danto, mostre-me o que você tem!(Avançando com seu grande escudo frente ao inimigo)
 Danto: Disso você pode ter certeza!!(Avançando com sua espada no ombro)
 Com as cargas em rota de colisão, Seier avançava confiante enquanto Danto avançava, mesmo que com medo, cheio de coragem em seu olhar flamejante. Dois corpos em rota de colisão. Uma disputa dramaticamente épica estava para começar.

 Seier. Uma cavaleira. Quais segredos pode ela estar guardando? Será que Danto conseguirá dar um jeito de vencer assim como fizera com Vate? E quanto a Raid e Stratet? Se apenas um mercenário como Vate pudera ser tão perigoso, quem dirá uma cavaleira? E ainda, quem dirá um cavaleira real? E quanto a Eliza? Será que ela também fora um motivo para toda essa batalha?

2 comentários:

  1. Mano o Danto contando a luta me lembro o Same
    Rindo
    Fireboy

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      só que o Danto foi obrigado e o Same faz só por vontade kkkk

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