Eliza: Por bem eu entendo, mas, o que você faria se eu escolhesse "por mal"?
Klino: Engraçada. Acha que está em posição de fazer perguntas? posso te matar a qualquer momento.(começando a se irritar)
Eliza: Hihih... Pretende me matar? Como você é bobinha. Imagine só o que sua líder iria fazer a você se me matasse agora. Ela não teria em mesmo a chance de ver o meu sofrimento. Acho que Námina não ficaria feliz com você, minha garota...
Klino: Mas...?!
Eliza: Será que não entendeu? Eu estou em total posição de fazer perguntas! Você não pode levantar um dedo para mim! Ou será que eu estou errada?
A dama do vento demonstrava uma feição totalmente nova. Era como o rosto de um demônio. A crueldade explodia em seu olhar. Tal feição era muito amedrontadora para a jovem ladina.
Querendo ou não, Eliza acabara se acostumando a correr riscos. A maga então, aprendera a usar da sua inteligência e experiência para amedrontar muitos dos seus oponentes.
Klino: Certo... O que eu poderia fazer para que você pudesse encontrar-se com Námina...? Você quer revê-la não quer?
Klino abaixava as suas armas. Era ruim para a ladina que não sabia o que fazer. Procurar uma saída era a sua única chance.
Eliza: Agora sim está conversando comigo decentemente. A princípio quero respostas. Por quê vocês raptaram dois cavaleiros reais? Onde eles estão?
Klino: Tsk...Ah... tudo bem... Bom, existe um homem, um soldado do império Dracóla, que está aqui fazem alguns dias. Ele veio até aqui para pedir ajuda a milady Námina para raptar os dois cavaleiros. Aqueles dois ainda estão vivos, mas estão presos nas masmorras do nosso castelo...
Eliza: Muito bom... Certo, quero saber mais uma coisa, e quanto a Námina? Por quê ela quer me matar?
Klino: Ué? Você não sabe? Pelo o que ela sempre diz...
Eliza: O que ela diz?!
Klino: Lady Námina fala de você desde que eu consigo me lembrar, mas, ela nunca contou a história do por que quer vingança...
Eliza: Isso me soa verdadeiro... Bom, agora vou embora...
Klino: Como assim?! Você vem até aqui, tira estas informações de mim e vai embora?!
A ladina, então, sem pensar direito, avança novamente nas costas de Eliza com as suas adagas. A garota parecia ter esquecido que não tinha permissão para matar a rainha do vento.
Por fora do castelo, porém, podia-se ver uma segunda construção de pedra ao lado do castelo principal. Esta era uma Torre. Danto estava tentando passar por cima do muro e entrar por de trás do castelo. Após chegar ao topo da muralha porém, o garoto não avistava uma única pessoa.
Danto: E ai, Fred? O que você acha? A gente deveria descer? A essa hora os outros já devem estar lá dentro...
Danto lembra-se então do que, há muito pouco conversara com Eliza e com Ultor. O combinado era separar o trio para que cada um pudesse procurar Raid e Stratet.
"Eliza: Vamos entrar, cada um por um lado diferente. Uma vez lá dentro, iremos procurar pelos dois e libertá-los. Se encontrarem algum, ou alguns mercenários, analisem bem a situação. Se não der para vence-los, não lutem..."
Fred: Rryiia!
Danto: sério? Conseguiu identificar um cheiro familiar? Vamos descer então!
Com ajuda do pequeno dragão, Danto regride ao solo sem fazer barulho algum. o lugar onde estava agora era um pouco diferente. Parecia com um campo de areia, provavelmente usado para treinar. Uma segunda muralha erguia-se conectando a construção principal com a alta torre de observação e os limites do castelo.
Elegit: Ei! Quem é você?!
Danto: Epa! Fred! Acho que não foi uma boa ideia a gente ter descido!
O garoto realmente jovem vinha correndo com uma espada de guarda vermelha em mãos. O pequeno trajava-se com uma jaqueta e calça vermelhas escuras, o menino corria com uma das mãos segurando seu lenço no pescoço.
As coisas estão ficando mais complicadas. O que será que acontecerá com Eliza, que está prestes a ser atacada pelas costas? E quanto a Danto, que estava praticamente preso com um espadachim misterioso? Quem serão na realidade Elegit e Klino? E quanto ao misterioso Ultor?
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