Raid: Einhorn... A lendária lança feita a partir do chifre do ultimo unicórnio...
Stratet: Então, quer dizer que você ainda se lembra de alguma coisa...(com um ar sarcástico)
Raid: Não seja tola. É obvio que eu me lembro.
Stratet: Então, deve se lembrar também da nossa infância, não é?
Raid: Claro...Foram ótimos aqueles tempos...(começando a se perder em memórias)
Stratet: Sim, muito bons... Me lembro de quase tudo...(ainda séria, porém, desviando o olhar e começando a ficar com o rosto vermelho)
Raid: Mesmo...? (encarando-a)
Stratet: Sim, mas, não estamos aqui só para conversar sobre as nossas memórias não é?
Raid: Não, não mesmo.
Stratet: Enfim, você tem que admitir que a nossa luta está realmente muito vulgar...
Raid: Vu-Vulgar? O que você quer dizer com isso?
Stratet: Você sabe muito bem o que eu quero dizer. Até agora, você está lutando comigo como um mercenário e não como um cavaleiro. Você está fugindo para ganhar tempo e tentando arranjar vantagens. Nós somos treinados a fazer esse tipo de luta apenas contra pessoas sem a honra e a coragem de enfrentar-nos frente a frente. Vamos, seja sincero, sei que você não é esse tipo de guerreiro que foge das batalhas como um rato não é Raid?
Raid: Sim, é verdade...por todo esse tempo, tenho lutado sem honra, mas, tenho o meu motivo...
Stratet: Certo! Vamos, me leve até onde você guardou a sua melhor arma!
Raid: O que? Como assim?
Stratet: Isso não é um pedido, é uma ordem! Vamos duelar como cavaleiros reais e nada menos do que isso! Vamos leve-me até lá!
Raid: Stratet, tem certeza?
Stratet: Sim, vamos duelar, sem que nada possa nos atrapalhar.
Raid: Certo, então, siga-me...
Raid então, dera as costas para a sua inimiga e então começou a andar em uma das direções da mata. Stratet o seguia logo atrás, com a sua lança agora guardada nas suas costas. O ex-cavaleiro desta vez tinha certeza de qual arma usaria para este combate. Raid seguiu por dentro da mata por algum tempo até encontrar uma pequena trilha e começou a segui-la.
Raid não tinha em momento algum, medo de que Stratet o atacasse pelas costas ou algo semelhante, por que, como uma cavaleira real e assim como ele, ela aprendera a respeitar os seus oponentes e que, atacar as costas de um inimigo, ou lutar contra alguém desarmado seria sinônimo de desonra.
Stratet também não tinha medo que Raid fugisse ou algo parecido, pois, a cavaleira sabia muito bem que Raid ainda tinha honra em seu coração e preferiria muito mais um duelo a uma luta como as que tinha se acostumado a ter.
A trilha não era constituída de uma mata tão fechada. Havia um bom espaçamento dentre as árvores finas e altas. Parecia que a trilha estava levando a algum relevo mais elevado. Eles pareciam estar em seus caminhos subindo uma montanha.
Após alguns minutos seguindo quietamente aquela trilha, Stratet, consegue ver o final da floresta e, assim, a amazona vislumbra a beleza do céu daquele dia.
Raid: Aqui, é aqui que nós vamos ter a nossa luta. Você está de acordo?
Stratet se deparava agora com uma grande clareira aberta que se encontrava na ponte de um penhasco. A grama era incrivelmente verde e bela, haviam dentes de leão pelo chão que eram sobrados pelo vento e iluminados pela luz do sol.
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Aquele era o belo campo onde os dois cavaleiros iriam se enfrentar para decidir o destino de Raid. Uma luta decisiva estava para começar, porém, haviam ainda muitos segredos ocultos. E quanto a arma que Raid usaria? E quanto a Danto que lutava incansavelmente contra a cavaleira Seier? E Eliza que se deparava com Gungsu, a arqueira misteriosa?
Raid: Mesmo...? (encarando-a)
Stratet: Sim, mas, não estamos aqui só para conversar sobre as nossas memórias não é?
Raid: Não, não mesmo.
Stratet: Enfim, você tem que admitir que a nossa luta está realmente muito vulgar...
Raid: Vu-Vulgar? O que você quer dizer com isso?
Stratet: Você sabe muito bem o que eu quero dizer. Até agora, você está lutando comigo como um mercenário e não como um cavaleiro. Você está fugindo para ganhar tempo e tentando arranjar vantagens. Nós somos treinados a fazer esse tipo de luta apenas contra pessoas sem a honra e a coragem de enfrentar-nos frente a frente. Vamos, seja sincero, sei que você não é esse tipo de guerreiro que foge das batalhas como um rato não é Raid?
Raid: Sim, é verdade...por todo esse tempo, tenho lutado sem honra, mas, tenho o meu motivo...
Stratet: Certo! Vamos, me leve até onde você guardou a sua melhor arma!
Raid: O que? Como assim?
Stratet: Isso não é um pedido, é uma ordem! Vamos duelar como cavaleiros reais e nada menos do que isso! Vamos leve-me até lá!
Raid: Stratet, tem certeza?
Stratet: Sim, vamos duelar, sem que nada possa nos atrapalhar.
Raid: Certo, então, siga-me...
Raid então, dera as costas para a sua inimiga e então começou a andar em uma das direções da mata. Stratet o seguia logo atrás, com a sua lança agora guardada nas suas costas. O ex-cavaleiro desta vez tinha certeza de qual arma usaria para este combate. Raid seguiu por dentro da mata por algum tempo até encontrar uma pequena trilha e começou a segui-la.
Raid não tinha em momento algum, medo de que Stratet o atacasse pelas costas ou algo semelhante, por que, como uma cavaleira real e assim como ele, ela aprendera a respeitar os seus oponentes e que, atacar as costas de um inimigo, ou lutar contra alguém desarmado seria sinônimo de desonra.
Stratet também não tinha medo que Raid fugisse ou algo parecido, pois, a cavaleira sabia muito bem que Raid ainda tinha honra em seu coração e preferiria muito mais um duelo a uma luta como as que tinha se acostumado a ter.
A trilha não era constituída de uma mata tão fechada. Havia um bom espaçamento dentre as árvores finas e altas. Parecia que a trilha estava levando a algum relevo mais elevado. Eles pareciam estar em seus caminhos subindo uma montanha.
Após alguns minutos seguindo quietamente aquela trilha, Stratet, consegue ver o final da floresta e, assim, a amazona vislumbra a beleza do céu daquele dia.
Raid: Aqui, é aqui que nós vamos ter a nossa luta. Você está de acordo?
Stratet se deparava agora com uma grande clareira aberta que se encontrava na ponte de um penhasco. A grama era incrivelmente verde e bela, haviam dentes de leão pelo chão que eram sobrados pelo vento e iluminados pela luz do sol.
.jpg)
Aquele era o belo campo onde os dois cavaleiros iriam se enfrentar para decidir o destino de Raid. Uma luta decisiva estava para começar, porém, haviam ainda muitos segredos ocultos. E quanto a arma que Raid usaria? E quanto a Danto que lutava incansavelmente contra a cavaleira Seier? E Eliza que se deparava com Gungsu, a arqueira misteriosa?
Mano, ficou bom de ler.. mas nao se esquesa, ''por que'' separado e pra por na pergunta, e "porque'' junto e pra resposta...
ResponderExcluir''Ajudando''
Fireboy